sábado, 6 de setembro de 2014

Expedição Terra visita o projeto Filhos do Quilombo em Moju

A equipe do Expedição Terra, tendo como apresentador Max Fercondini visitou o Projeto Sociocultural Filhos do Qulombo, desenvolvido nas comunidades África e Laranjituba, tendo como fundador e líder o jovem Raimundo Magno Araújo. Este projeto tem como objetivos a organização, qualidade de vida e valorização da cultura dos povos remanescentes de quilombos. A atividade principal é a produção de farinha. A comunidade também cultiva açai e outros produtos naturais. Além disso, contam com uma pequena cerâmica onde são produzidos diversos artefatos de barro.
Confira abaixo como se deu a visita do programa na comunidade.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Professor Tiese lançará em breve livro de Estudos Amazônicos Ensino Médio

O livro Estudos Amazônicos Ensino Médio, é uma sequência às suas obras anteriores voltadas para o Ensino Fundamental e Contos Amazônicos, estes disponíveis na livraria Paka-Tatu.  Com honra o blog destina um espaço para este mojuense ilustre, que tem dedicado sua vida à educação e ao debate consciente da história amazônica, sendo ele um ribeirinho, nascido às margens do Rio Moju, fato do qual tem muito orgulho.
Com apresentação da ilustre Dra. Ana Darc Azevedo, do Eduq Quilombola, e contracapa dos Mestres Jaime Cuellar Velarde e Laécio Rocha. O livro é uma contribuição para os debates da História Regional, na Educação Básica! 
Confira abaixo o que fala sobre a obra o Professor Msc. Jaime Velarde.


O livro ESTUDOS AMAZÔNICOS: ENSINO MÉDIO de Tiese Teixeira Júnior não propõe pontos finais às discussões. Suas inferências acabam por semear novas perspicácias aos jovens leitores, bem como aos professores interessados em dar prosseguimentos acadêmicos às pesquisas. Desta forma, os Estudos Amazônicos são, de fato, uma contundente proposta de estudar espaços amazônicos outrora sequer mencionados pelos clássicos compêndios totalizantes (e excludentes). Segundo, a linguagem, seleção de palavras, jargões, metonímias, colocações pronominais e categorias de análise fogem do academicismo boçal. Com isso, os eventuais leitores sentem-se próximos do autor e, consequentemente, o trabalho do professor em sala de aula torna-se menos hermético, sem deixar de ser visceral, sério e comprometido com informações sérias. Por fim, todo o material aqui apresentado foi revisado por estudiosos da área. Isso traz à tona o dinamismo do trabalho uma vez que a História do Tempo Presente está em constante ebulição, reformulação e em busca de novos dados e olhares. Personagens, fatos, datas, podem sofrer alterações. Textos limpos, rápidos, escritos para serem lidos com dedo “em riste”.



Jaime Cuéllar Velarde, Historiador. Belém-Pa.